​Salesópolis é contemplada com polo da Univesp após intermediação do deputado André do Prado

  

A direção da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, divulgou a relação das cidades classificadas a partir de chamamento público para sediar polos da instituição. Salesópolis está entre as escolhidas. A expectativa é de que a assinatura do convênio ocorra nas próximas semanas, após a homologação do resultado.

 

As cidades do Alto Tietê que tiveram intermediação do deputado estadual André do Prado no processo de inscrição para abrigar polos da universidade com cursos de ensino a distância e foram contempladas são Arujá, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. Biritiba Mirim foi outro município classificado na região.

 

Para o parlamentar, a educação superior do Alto Tietê passará por uma revolução. “A modalidade EAD é uma tendência no mundo e traz um dinamismo muito grande, além de ser amplo e acessível. Isso deve causar um impacto positivo na educação e no mercado de trabalho da região. As novas tecnologias empregadas no ensino da Univesp ajudarão na formação de profissionais cada vez mais capacitados”, comentou.

 

A convite do deputado, as cidades participaram de reuniões explicativas sobre a Univesp coordenadas pelo diretor administrativo da Univesp, professor Ricardo Bocalon.

 

O prefeito Vanderlon Gomes e os vereadores Edil e Mineiro acompanharam o encontro para tratar da implantação do polo na cidade.

 

Durante o período de chamamento público, em outubro, a cidade formalizou o interesse em receber os cursos virtuais de graduação.

 

A Univesp é considerada a quarta universidade pública estadual (as outras são USP, Unicamp e Unesp) e conta com os cursos de Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, licenciaturas em Biologia, Física, Matemática e Química, além de Pedagogia. Na atualidade, a instituição já tem mais de 100 polos espalhados pelo Estado. Eles têm duração semelhante ao de modalidade presencial, de quatro a cinco anos.

 

Técnicos da Investe.SP, agência de fomento a investimentos em municípios, em parceria com a diretoria da Univesp, vão traçar um perfil para estabelecer quais cursos podem ser implantados na nova unidade. As características locais, portanto, vão nortear a escolha das graduações a serem ofertadas.

 

Até o fim da semana há prazo para recursos (por parte de cidades não classificadas). A partir da assinatura do convênio, que deve ocorrer nas próximas semanas (em data ainda a ser divulgada), o município fará a preparação do local a receber a universidade. A contrapartida é oferecer uma sala ampla, com 50 computadores cada, além de um professor da rede municipal de ensino que será treinado para atuar como coordenador do polo. Os professores e tutores serão direcionados pela instituição universitária. A previsão é de que as aulas possam começar já no primeiro trimestre de 2018.

 

Os interessados em estudar no polo precisarão disputar vestibular (da mesma forma que as outras instituições estaduais). Os mais bem classificados vão formar turmas para aulas em diferentes períodos. No primeiro ano, os alunos terão que ir ao polo a cada 15 dias para atividades presenciais e nos dias de prova. No segundo ano, a frequência deverá ser uma vez por mês. A partir do terceiro, apenas nas datas de avaliações. A unidade deverá ficar aberta todos os dias aos alunos com dúvidas sobre as disciplinas que cursam.

 

O atual chamamento público classificou 146 cidades paulistas, 15 tiveram pedidos intermediados pelo deputado André do Prado e ficam nas regiões do Vale do Paraíba, Vale do Ribeira e interior.

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