Mães se unem em manifestação

 

Com o slogan “Queremos punição fora direção” foi realizada na tarde de sexta-feira, 24 de novembro na Estância Turística de Salesópolis um ato contra a Direção da EMEF Sônia Maria da Fonseca que segundo Kátia A. Miranda, disse que em 3 de junho deste ano houve uma festa junina interna na referida unidade escolar.

 

A manifestação que percorreu desde o Bairro do Jardin Nídia até o centro da cidade, passando pela câmara municipal e prefeitura tinha como objetivo as mães serem ouvidas pelos políticos da cidade o que não ocorreu, indignando ainda mais Kátia, mãe do aluno L, que segundo ela fora agredido pela diretora da EMEF Sônia Maria da Fonseca.

 

OS FATOS

 

Segundo Kátia seu filho foi caracterizado para a festa junina e como não poderia ficar acompanhada do filho na escola a mesma se dirigiu a seu trabalho.

 

Como seu filho toma medicamentos controlados ela foi até a unidade escolar por volta das 11.00 levar a seu filho quando Katia percebeu que seu filho não estava participando da festa.

 

Às 11:30 o pai de L. foi buscar seu filho na escola e ele percebeu que o filho estava agitado mas que segundo a professora nada houve com a criança.

 

Segundo relato de sua mãe Kátia em vídeo divulgado na internet as crianças que vinham da escola paravam em seu estabelecimento comercial para perguntarem de seu filho e ela achou estranha essa atitude.

 

Na terça-feira após a festa Kátia foi conversar com a direção da escola para saber o que houve com seu filho e ninguém soube responder corretamente o que houve com a criança, não convencendo o argumento exposto.

 

Kátia disse que na noite de terça-feira ligou para a professora especialista que a mesma relatou que o aluno estava em um único grupo com as crianças sentadas no chão para iniciar as danças, mas L. tem a característica de andar no meio das pessoas.

 

A diretora da unidade escolar começou a gritar o nome do filho de Kátia querendo que o mesmo se sentasse junto com as demais crianças e nesse momento L começou a engatinhar.

 

A professora então pediu para falar com filho de Kátia momento em que segundo relatos a professora foi surpreendida pela diretora que pegou L pelos braços o forçando a sentar.

 

Kátia então solicitou uma ata da unidade escolar onde foi até a Delegacia de Polícia e fez um Boletim de Ocorrência, além de pedir uma sindicância na escola para pedir o afastamento da diretora visto que a criança estava nervoso e com medo, até mesmo caindo à produção do aluno na escola, pois a escola tem que se adaptar a meu filho e não a criança se adaptar a unidade escolar.

 

No retorno das férias Kátia pensando que voltaria tudo ao normal seu filho se recusou a entrar na escola.

 

O que mais deixa indignada Kátia é que o MP e a sindicância da prefeitura municipal da Estância Turística de Salesópolis arquivaram seus respectivos processos.

 

Kátia quer saber o que fazer com seu filho a partir de agora, e que os funcionários da escola se calaram frente a esse fato, ou seja apenas três servidores falaram a favor de L.

 

Outro fato que segundo Kátia relata é que seu filho NÃO quer ir à escola com certeza por medo do que já ocorreu com ele.

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