TEATRO: Comédia Teatral Quase Cinquenta Tons de Cinza chega à Estância

 

 

 

 

Inspirada no Best Seller Cinquenta Tons de Cinza, a comédia teatral Quase Cinquenta Tons de Cinza, de Vitor Branco, que também atua no espetáculo é é conhecido pelo programa A Praça é Nossa, chega a Estância .

 

A peça está em cartaz no país há 3 anos e meio e já foi assistida por mais de 300 mil pessoas, sendo um dos 10 espetáculos mais assistidos do Brasil e eleito, em 2017, a comédia mais engraçada do circuito paulista.


A ideia de satirizar a obra de Erika Leonard James surgiu quando a VB Produções, que já trabalhou com diversas comédias, soube que, nos Estados Unidos, um grupo de teatro teve muito sucesso ao apresentar uma sátira da obra.

 

A peça se popularizou tanto que até a autora de Cinquenta Tons foi a uma das apresentações e adorou. Sabendo disso, entraram em contato com os dirigentes e distribuidores do filme no Brasil e, através deles, conseguiram autorização para apresentar o espetáculo.

 

Segundo o ator e divulgador da peça brasileira,Wanderlei Grilo, hoje, a comédia é considerada espetáculo oficial no Brasil.

 

“Tínhamos a opção de fazer um espetáculo fiel ao texto, porém, isso limitaria muito o público. Então, decidimos fazer uma comédia e deixar o texto mais leve e engraçado. Isso foi um desafio que concluímos com sucesso”, conta.


Wanderlei Grillo é mestre de cerimônias, responsável por receber o público no início das apresentações, conversar com ele, passar as informações de segurança do teatro e introduzir a peça falando sobre relacionamentos e sobre o conteúdo do espetáculo.

 

“O stand up que faço no início é “amarrado” à comédia, como se um dos personagens da peça fizesse essa abertura de forma narrada. A Anastácia, uma das protagonistas, entra em cena no meio do stand up, o que ajuda a aquecer a platéia”, explica.


Outra característica interessante é que a peça se adapta a cada lugar onde é apresentada, ou seja, é como se, por exemplo, os personagens vivessem em Araçatuba.

 

“Lugares, acontecimentos e pessoas da cidade são mencionados, o que é feito a fim de manter uma proximidade com o público e fazer com que ele se identifique e o riso fique mais solto, mais frouxo”, conta Wanderlei.

 

Ele ainda explica que quem não assistiu o filme e/ou leu o livro também pode assistir à peça, porque, embora ela se inspire nessas obras, tudo é contado de forma que qualquer pessoa vai entender e se divertir.

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