Representantes do Conisud conhecem projeto do CONDEMAT

22/11/2019

 

O CONDEMAT – Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê recebeu na terça-feira (19/11) a visita de representantes do Consórcio Intermunicipal da Região Sudoeste (Conisud) de São Paulo, que reúne as cidades de Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista, onde vivem pouco mais de 1,1 milhão de habitantes.

 

A exemplo do Alto Tietê, a abrangência do Conisud se dá sobre municípios produtores de água e que estão inseridos na Lei Estadual de Proteção aos Mananciais. A visita ao CONDEMAT teve justamente o objetivo de conhecer o projeto desenvolvido na Região e que visa a compensação financeira às cidades que possuem represas ou têm seu desenvolvimento comprometido pelas restrições ambientais.

 

“Quando tomamos conhecimento da iniciativa do CONDEMAT imediatamente quisemos saber como funciona o projeto e, principalmente, saber como podemos ajudar.  A efetividade da compensação financeira é uma luta de todos os municípios paulistas que estão sob a Lei de Proteção aos Mananciais”, ressaltou Brígida Sacramento, secretária-executiva do Conisud e que esteve em Mogi das Cruzes com Cláudio Rodrigues Junior, secretário de Meio Ambiente de Itapecerica da Serra; Patrícia Ramuni, coordenadora de Projetos e Programas de Juquitiba; e Jumara Bocatto, secretária de Meio Ambiente de Embu-Guaçu.

 

O grupo foi recepcionado pelo secretário-executivo do CONDEMAT, Abel Larini, e pelos integrantes da Câmara Técnica de Gestão Ambiental, coordenada por Daniel Teixeira de Lima, secretário de Verde e Meio Ambiente de Mogi das Cruzes.  Além da conversa sobre questões ambientais que desafiam os gestores municipais e a importância da articulação inter-regional, foram apresentados os detalhes do projeto para compensação financeira contratado pelo CONDEMAT com verba do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).

 

“O diferencial desse projeto é que os resultados não serão apenas para a nossa Região, mas para todas as cidades da Bacia do Alto Tietê que sofrem com as limitações ambientais. E ter o apoio de outros consórcios é fundamental para que o pagamento por serviços ambientais se torne uma realidade a curto prazo”, destacou Teixeira de Lima.

O estudo para a compensação financeira é elaborado pela Fipe e deve ser concluído até setembro de 2020, com benefícios diretos a 25 municípios da Bacia do Alto Tietê.

 

 

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