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Jornal do Povão

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  • Estância Turística de Salesópolis

Museu da Energia de Salesópolis


Mantido pela Fundação Energia e Saneamento, o Museu da Energia de Salesópolis está instalado em um parque de 156 hectares formado por trechos remanescentes da Mata Atlântica. O Museu abriga uma usina hidrelétrica que completou 100 anos em 2013, instalada às margens do rio Tietê, na região próxima de sua nascente. O espaço oferece atividades educativas e culturais, com visitas orientadas e trilhas, tratando de questões sobre energia e meio ambiente.

A Usina de Salesópolis foi doada em 1998 para a Fundação Energia e Saneamento, que iniciou as obras de restauro do conjunto. O Museu da Energia de Salesópolis foi inaugurado em 2000.

Entrada: 5 reais, mas possui meia-entrada e condições promocionais, como:

Meia-entrada: estudantes, pessoas com deficiência e um acompanhante, jovem de baixa renda com ID Jovem.

Isenção: escolas públicas (mediante agendamento, entrega de ofício e declaração), professores, maiores de 60 anos, guias e monitores de turismo, policiais civis, militares e guardas municipais, grupos em situação de vulnerabilidade, instituições sem fins lucrativos e funcionários das empresas mantenedoras da Fundação Energia e Saneamento.

ENTRADA GRATUITA: aos sábados, a todos os públicos.

ROTEIROS DE VISITA: Ao longo do ano, a equipe educativa do Museu oferece aos visitantes e escolas agendadas uma programação diversa com ações educativas, trilhas, oficinas, exibição de filmes, jogos e outras atividades lúdicas com foco na preservação do meio ambiente e nos recursos hídricos. Nestas ações, o público é instigado a pensar sobre a importância do consumo consciente e a relação do homem com os fenômenos naturais como as enchentes e a estiagem.


EXPOSIÇÕES ATUAIS:

A Cidade e a Usina: a exposição fotográfica busca rememorar alguns dos marcos significativos da trajetória da cidade de Salesópolis e de sua centenária hidrelétrica. Fundada no cruzamento de duas rotas comerciais que ligavam São Paulo e Jacareí ao litoral, Salesópolis, originalmente um povoado chamado São José do Paraitinga, abriga uma das mais antigas unidades da Rede Museu da Energia.

POTENCIALIDADES DO MUSEU COMO PONTO DE OBSERVAÇÃO DE AVES:

O Museu ocupa uma área formada por trechos remanescentes da Mata Atlântica, rica em fauna e flora. Desde 2012, já foram observadas, fotografadas e catalogadas mais de 250 espécies de aves no entorno do Museu da Energia. A partir desta potencialidade, o Museu vem organizando exposições e oficinas de observação de aves. Imagens da avifauna local registradas no entorno do Museu vem sendo publicadas na mídia especializada, como a recém-descoberta espécie Bicudinho-do-brejo-paulista, já em sério risco de extinção.

ATRAÇÕES PRINCIPAIS:

Passarinhando no Museu: O Passarinhando no Museu propõe uma saída a campo pelas trilhas de Mata Atlântica do Museu para a observação de aves e no final da manhã, um bate-papo com ambientalistas convidados, profissionais do Museu e um café da manhã comunitário.

Como o evento é um sucesso em Salesópolis abrimos edições na unidade de SP, no Museu da Energia de São Paulo, para a observação de aves no centro da capital, no entorno do polo do Museu em SP, no bairro Campos Elíseos.

Festival Bicudinho-do-brejo-paulista: A atração promove palestras com biólogos e especialistas em aves convidados e também tem o propósito da arte da observação de aves, porém focada no pássaro bicudinho-do-brejo-paulista, ave endêmica da região de Salesópolis.

“Conhecer para preservar” é o mote dos dois eventos acima, cujo intuito é destacar a presença das aves, principalmente do bicudinho-do-brejo-paulista, espécie ameaçada de extinção, nos brejos de Salesópolis, apresentando o potencial da cidade para o ecoturismo.

Projeto Aprendendo a Reciclar: Em parceria com escolas municipais de Salesópolis e com a COOPERARES - Cooperativa dos Recicladores de Salesópolis, a iniciativa integra a promoção de palestras, gincanas de arrecadamento de materiais recicláveis e trilhas ecológicas junto às escolas públicas de Salesópolis.

O projeto nas escolas contribui, em média, com um aumento de 20% na arrecadação da coleta seletiva no município do Alto Tietê, que chega a aproximadamente 100 toneladas/mês. O projeto mobiliza toda a comunidade escolar na arrecadação de garrafas plásticas e embalagens tetra pak.

Piquenique no Museu: O Museu abre as portas para receber os interessados em realizar um piquenique na área externa. A ideia é promover momentos de conexão e contemplação da natureza no parque de mais 130 hectares de mata do Museu, incentivando a preservação das áreas verdes e a sensibilização por meio dos sentidos. O Museu disponibiliza toalhas aos visitantes e é permitida a entrada de alimentos nas áreas verdes do local. Como a atração acontece aos sábados a entrada é totalmente gratuita!

Trilhas na Mata Atlântica

O Museu oferece diversas caminhadas na natureza como:

Trilha Sensorial - os cinco sentidos do público é aguçado durante a ação educativa "Trilha Sensorial". O objetivo da ação é sensibilizar os participantes para a importância dos sentidos na percepção das manifestações da natureza, bem como a integração do homem com o meio e a importância da preservação ambiental.

Trilha da Fenda - propõe uma caminhada, acompanhada de monitores, até o reservatório da Usina de Salesópolis, passando por uma fenda natural entre rochas, e que proporciona uma bela vista da Cachoeira dos Freires, maior queda d'água do Rio Tietê. A atividade visa, além de proporcionar a interação do visitante com a natureza do local, tratar de temas como a preservação do meio ambiente. Percurso: 1,5 km.

Trilha do Zidedê - propõe uma caminhada por onde serão observadas espécies da ave Zidedê, endêmica da Mata Atlântica. Durante o percurso, que circunda o reservatório de água da centenária Usina de Salesópolis, os participantes irão trilhar 800 metros. Na ocasião, os educadores do Museu abordam a diversidade da fauna e flora local e a importância da preservação dos ecossistemas e da água. Percurso: 1,3 km.

Trilha do Cateto- caminhada por áreas de Mata Atlântica preservadas e trecho de floresta exótica perturbada, na divisa com a propriedade do Museu, apresentando a diferença entre os ambientes. Retorno pelas margens do reservatório de água da Usina de Salesópolis. Percurso: 2,3 km.

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