A Rejeição ao Projeto da Farmácia Solidária: Uma oportunidade perdida pela Causa Animal
- Hiago Salesópolis
- 22 de set. de 2025
- 2 min de leitura

A proposta de implementar a Farmácia Solidária no município de Salesópolis, de autoria do vereador Fabrício Paiva, PODEMOS foi reprovada pelos vereadores da oposição, (Débora Borges, PODE; Paulo Banespa, PL; Davi Fonseca, PMB, Edil, DC e Serginho da Aurora, PMB, uma decisão que levantou sérias preocupações entre os defensores dos direitos dos animais. Este projeto, que visava oferecer medicamentos e insumos para o tratamento de animais, poderia ter sido um passo significativo na promoção do bem-estar animal.
A causa animal tem ganhado cada vez mais destaque em nossa sociedade, especialmente diante da crescente conscientização sobre a importância do cuidado e da proteção dos animais. Com a rejeição do projeto, muitos ativistas e simpatizantes da causa estão questionando as prioridades dos representantes eleitos. Afinal, como é possível ignorar a necessidade de ajuda a tantas vidas que dependem de assistência para sobreviver?
Além disso, a Farmácia Solidária não apenas beneficiaria os animais, mas também aliviaria o peso financeiro sobre aquelas famílias que lutam para cuidar de seus pets. O acesso a medicamentos essenciais poderia fazer a diferença entre a vida e a morte para muitos animais que, sem essa ajuda, ficariam à mercê de condições que poderiam ser tratadas.
É essencial que todos nós, cidadãos e defensores da causa animal, continuemos a nos mobilizar e a pressionar nossos representantes a reconsiderar propostas que visem o bem-estar de nossos amigos de quatro patas. A luta pelos direitos dos animais é uma luta pela compaixão e pela empatia, valores que deveriam estar no centro das decisões políticas.
Em suma, a reprovação do projeto da Farmácia Solidária é uma lamento para a causa animal. No entanto, é também um chamado à ação. Que possamos nos unir para reverter essa situação, buscando alternativas que garantam o cuidado e a proteção que tantos animais merecem. Afinal, a verdadeira medida de uma sociedade é como ela trata aqueles que não têm voz.
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